
O time mudou pouco desde as eliminações no Paulistão e na Libertadores, mas o São Paulo começou com outra cara o Campeonato Brasileiro. A apatia demonstrada em quase todo o início do ano ficou no passado. Com uma boa atuação, o Tricolor superou todas as dificuldades de enfrentar a Ponte Preta no estádio Moisés Lucarelli e venceu por 2 a 0, neste domingo, em Campinas.
Lúcio, questionado por causa das atuações irregulares desde que foi contratado, foi destaque. Firme na defesa, o zagueiro pentacampeão abriu o placar em uma bela cabeçada. Ainda no primeiro tempo, a equipe dirigida por Ney Franco ampliou. Jadson cobrou pênalti sofrido por Silvinho e assegurou o triunfo fora de casa logo na estreia.
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Tabela e classificação do Brasileiro
A marcação do árbitro Vinícius Furlan (correta, por sinal) irritou a torcida da Ponte Preta, que passou a gritar “vergonha!” e até aplaudiu depois que o rival marcou. Torcedores ainda entraram em confronto com a polícia nas arquibancadas. Os jogadores sentiram dentro de campo, e a Macaca se sentiu fragilizada. O time não conseguiu reagir nem mesmo após a expulsão do zagueiro Edson Silva, no início do segundo tempo.
Na próxima rodada, o São Paulo recebe o Vasco da Gama, quarta-feira, às 19h30m, no Morumbi. A Ponte Preta enfrenta o Flamengo, no mesmo dia, às 21h, em Juiz de Fora.
São Paulo começa melhor
A Ponte apostou na velocidade logo no início para tentar encurralar o adversário. Rildo foi quem mais deu trabalho à defesa rival, com boas jogadas em cima de Carleto. Ele chegou a marcar em rebote de Denis após chute de Baraka, mas estava impedido. Chiquinho também levou perigo em finalização com efeito pela direita. O reserva de Rogério Ceni espalmou.
A maior qualidade do quarteto ofensivo do São Paulo acabou sendo determinante para a vantagem. Jadson, Silvinho, Osvaldo e Luis Fabiano confundiram a marcação com boa movimentação e troca rápida de passes. O gol surgiu em um escanteio, aos oito minutos. Lúcio ganhou da zaga pelo alto e venceu Edson Bastos.
O Fabuloso, atuando contra o clube que o revelou, voltou a subir de produção. Silvinho quase marcou depois de lindo passe por elevação do camisa 9. O centroavante também teve uma chance clara para marcar, porém, cabeceou fraco nas mãos do goleiro adversário.
A maior dificuldade do Tricolor foi encaixar a marcação dos volantes Denilson e Rodrigo Caio. A Ponte quase aproveitou em contra-ataque pelo meio. William chutou fora. O castigo para os campineiros veio aos 44. Diego Sacoman derrubou Silvinho na área e o árbitro marcou pênalti. Jadson cobrou e aumentou. Ironicamente, a torcida da Macaca aplaudiu a arbitragem após o gol e ecoou no Moisés Lucarelli os gritos de “Vergonha!”
Rodrigo Caio, do São Paulo, tenta desarmar Ramirez, da Ponte (Foto: Marcos Ribolli)Ponte pressiona
O intervalo não foi o bastante para a Ponte Preta se acalmar após as reclamações. O time entrou no clima da torcida, pressionou, mas não teve calma para descontar nos primeiros minutos. William, artilheiro do Paulistão, chutou por cima na melhor oportunidade. O São Paulo também teve seus bons momentos. Douglas perdeu grande chance ao sair cara a cara com Edson Bastos.
A Macaca ganhou um alento para acreditar na reação depois que o zagueiro Edson Silva cometeu falta e, como já tinha cartão amarelo, foi expulso. O técnico Guto Ferreira aproveitou para colocar a equipe do interior ainda mais em cima com a entrada do centroavante Alemão na vaga do volante Baraka. Assim que entrou, perdeu gol claro ao chutar fraco para Denis pegar.
As mudanças não surtiram o efeito esperado, sobretudo pelo Tricolor conseguir se defender com precisão. Ney Franco travou ainda mais o meio de campo com Wellington em substituição a Osvaldo. O passar do tempo e a falta de reação da Ponte levaram a torcida ao desespero. Era o que o São Paulo precisava para controlar o jogo e levar três pontos para a capital.
Postagem Original: Globo Esporte

O Criciúma voltou bem para a primeira divisão nacional. Na tarde deste domingo, diante do Bahia, deu o tom do que pode fazer no Brasileirão. Em casa, no Heriberto Hülse, mostrou poder ofensivo para balançar a rede duas vezes. Mas também passou sufoco nos últimos 25 minutos. Porém, na estreia do técnico Cristóvão Borges no comando dos baianos, a equipe tricolor foi superada: 3 a 1.
Na batida da torcida, o Tigre foi só pressão desde o primeiro minuto de jogo. O Bahia deixou de ser acuado para frear o ímpeto mandante com faltas ao redor da área. Atentava contra a baliza também em bola parada. Marquinhos chegou a colocar na trave. Porém, quem aproveitou foi o zagueiro dos donos da casa, Matheus Ferraz. De cabeça, fez a alegria da torcida da casa. Ela comemoraria assim que a bola voltasse a rolar. Lins anotou no início da segunda etapa, complicou o adversário e encaminhava a primeira derrota de Cristóvão Borges à frente da equipe baiana. Os mandantes seguraram as tentativas, mas tomaram um gol, de Diones. Porém, o meia João vitor fez um golaço que decretou o placar. O técnico do Criciúma, Vadão, aprovou a estreia na Série A.
- O bom é que no momento mais difícil nós fizemos o gol. Nossa equipe marcou muito. Eu gostei bastante. é importante que, teoricamente, vencemos um concorrente nosso na luta contra o rebaixamento. Pelo menos é o que todo mundo fala. – aprovou Vadão, o técnico do time que se junta a Grêmio, Vasco e São Paulo, vencedores na primeira rodada.
Autor do gol solitário do Bahia, Diones tratou de mirar o primeiro jogo em Pituaçu, contra o Coritiba, na quarta-feira.
- Fui feliz no chute e fiz o gol. Temos pouco tempo para trabalhar e tentar vencer em casa – disse o volante que virou meia-atacante no jogo.
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As atuações de Criciúma e Bahia
O segundo compromisso do Criciúma para tentar evitar o rebaixamento está marcado para às 19h30m de quinta-feira. No estádio Centenário, em Caxias (RS), os catarinenses enfrentam o Internacional. O Bahia vai fazer sua estreia em casa, na quarta, às 21h, recebe o Coritiba, no Pituaçu.
Pressão recopensada
A torcida do Criciúma fez sua parte, com maioria dos 10.587 espectadores. Fazia barulho ainda antes da bola rolar. Seguro e bem posicionado, Marcelo Lomba segurava os arremates iniciais. Os catarinenses marcavam em cima e buscavam o gol inaugural pelas pontas ou faltas e escanteios. O Bahia não era coadjuvante. Encaravam as vaias e tentava chegar à área rival em jogadas de velocidade.
Aos 18 minutos, ocorreu a maior prova para Lomba até então. Seus companheiros afastaram mal e o volante Bruno Renan, improvisado na lateral direita em virtude de lesão de Sueliton, soltou um foguete. O camisa 1 do Bahia voou para botar a mão e fazer o balão se perder pelo fundo. Os visitantes passaram a frear o Criciúma com faltas no entorno da grande área. O Criciúma não conseguia aproveitar, seja em cobrança direta ou alçada no miolo rival.
Bola parada que o Bahia mostrou como fazer. Da ponta direita, aos 35, Marquinhos mandou uma pedrada que Bruno soltou e a defesa criciumense completou para afastar. Dois minutos depois, o meia passou ainda mais perto de marcar. Em falta frontal, mandou colocado no cantinho esquerdo do goleiro. O camisa 1 do Tigre ficou aliviado porque o arremate encontrou defesa na trave. A insistência do Criciúma seria recompensada já nos acréscimos. Marlon acertou falta no meio da confusão. Para descomplicar, o zagueiro Matheus Ferraz chegou antes de Lomba e a bola só parou dentro das redes. O placar foi aberto e a comemoração foi da torcida da casa.
- Desde o Estadual estou tentando esse gol e não saía. Saiu no finalzinho. Agora tem o segundo tempo inteiro para garantir o resultado – disse o defensor que atuou em todas as 29 partidas do Criciúma na temporada.
Lins e João Vitor ‘matam’ o jogo
Animada com o time na frente, a torcida voltou a jogar junto. E também a comemorar. Após a primeira volta do ponteiro na etapa final, o placar indicaria 2 a 0 para o Criciúma. João Vitor, na meia direita, colocou para Marcel na frente. Marcado por Rafael Donato, o chute saiu prensado. Lins, que estava à espreita, fez do corte assistência. Com a bola e o gol inteiro pela frente, não pensou em colocar. Soltou o petardo que bateu na trave antes da rede.
Pouco depois, Lomba conseguiu evitar o terceiro. No chute de fora, foi exigido e bem no tiro de João Vitor, na frente da área. O Bahia passou a se apresentar melhor com a entrada de Diones na vaga de Ítalo Melo, aos 9. Se no primeiro tempo foi Marquinhos quem deu trabalho aos mandantes, ele seguiu ardiloso na etapa derradeira. Logo depois, o meia mandou a pancada que Bruno defendeu e quase deixou passar por entre as pernas. O goleiro recolheu na sequência. Seria importante novamente cinco minutos depois. Fernandão cabeceou de peixinho à queima roupa. No reflexo, evitou.
Com o time e torcida mais mornos em campo, o Bahia foi buscar o gol com Diones. Ele entrou para tentar virar o jogo e tentou fazê-lo. Aos 27 minutos, recebeu sozinho na ponta esquerda e entrou na área. Foi até a cara de Bruno, que desta vez ficou vendido. Tomou embaixo das pernas e viu os baianos comemorarem. O gol fez os papéis se inverterem.
O time da Boa Terra passou a pressionar. O Criciúma ganhava fôlego com o apoio da torcida. Os dois sentiram o gol. Para espantar a pressão que só crescia, o Tigre marcou um golaço. Aos 35 minutos, Lins viu João Vitor despontar e avançar pela ponta direita. Mandou por cima e na medida para o meia pegar de primeira e fazer as redes e os torcedores balançarem. Estava decretada a vitória na volta do time à primeira divisão.
Postagem Original: Globo Esporte
Lins e João Vitor ‘matam’ o jogo
Animada com o time na frente, a torcida voltou a jogar junto. E também a comemorar. Após a primeira volta do ponteiro na etapa final, o placar indicaria 2 a 0 para o Criciúma. João Vitor, na meia direita, colocou para Marcel na frente. Marcado por Rafael Donato, o chute saiu prensado. Lins, que estava à espreita, fez do corte assistência. Com a bola e o gol inteiro pela frente, não pensou em colocar. Soltou o petardo que bateu na trave antes da rede.
Pouco depois, Lomba conseguiu evitar o terceiro. No chute de fora, foi exigido e bem no tiro de João Vitor, na frente da área. O Bahia passou a se apresentar melhor com a entrada de Diones na vaga de Ítalo Melo, aos 9. Se no primeiro tempo foi Marquinhos quem deu trabalho aos mandantes, ele seguiu ardiloso na etapa derradeira. Logo depois, o meia mandou a pancada que Bruno defendeu e quase deixou passar por entre as pernas. O goleiro recolheu na sequência. Seria importante novamente cinco minutos depois. Fernandão cabeceou de peixinho à queima roupa. No reflexo, evitou.
Com o time e torcida mais mornos em campo, o Bahia foi buscar o gol com Diones. Ele entrou para tentar virar o jogo e tentou fazê-lo. Aos 27 minutos, recebeu sozinho na ponta esquerda e entrou na área. Foi até a cara de Bruno, que desta vez ficou vendido. Tomou embaixo das pernas e viu os baianos comemorarem. O gol fez os papéis se inverterem.
O time da Boa Terra passou a pressionar. O Criciúma ganhava fôlego com o apoio da torcida. Os dois sentiram o gol. Para espantar a pressão que só crescia, o Tigre marcou um golaço. Aos 35 minutos, Lins viu João Vitor despontar e avançar pela ponta direita. Mandou por cima e na medida para o meia pegar de primeira e fazer as redes e os torcedores balançarem. Estava decretada a vitória na volta do time à primeira divisão.
Postagem Original: Globo Esporte

O Vitória começou arrasador, fez 2 a 0 em 11 minutos, mas quem saiu de campo com mais motivos para sorrir foi o Inter, que buscou o resultado e arrancou o empate por 2 a 2, na estreia de ambos no Campeonato Brasileiro, na noite deste sábado, na Arena Fonte Nova.
Num piscar de olhos, Maxi Biancucchi e Gabriel balançaram as redes para os rubro-negros, dando a impressão que os três pontos poderiam sair com facilidade. Só que o Inter se ajustou, cresceu, igualou a partida com Diego Forlán e Fred, e até criou chances para virar. A igualdade, no confronto do campeão baiano com o gaúcho, acabou sendo justa e os deixou com um ponto na tabela de classificação.
O Vitória, agora, desafia o Náutico, quarta-feira, nos Aflitos, em Recife. Um dia depois, é a vez de o Inter receber o Criciúma, no Centenário, em Caxias do Sul.
Começo empolgante do Vitória
O jogo começou com extrema velocidade. Com muitas chances de gols. E de inúmeros erros do Inter. Mas a primeira chance foi gaúcha. Com 50 segundos, Rafael Moura, em chute de fora da área, obrigou Wilson a fazer boa defesa. E aos dois minutos o Vitória abriu o marcador. Pela esquerda, Escudero e Renato Cajá tabelaram. O argentino foi à linha de fundo e cruzou para o compatriota Maxi Biancucchi, que ganhou na corrida de Kleber, na marca do pênalti, e bateu firme: 1 a 0, o primeiro gol da competição.
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Veja as atuações dos jogadores das equipes
O lateral-esquerdo colorado não começava como titular havia seis meses, fruto de lesão no tornozelo esquerdo. Caso parecido ao do goleiro reserva Agenor. Os dois foram escalados de última hora, já que Fabrício e Muriel acabaram vetados pelo departamento jurídico – Muriel fora expulso na última rodada do Brasileirão 2012 e Fabrício, diante do Santa Cruz pela Copa do Brasil. Pois o goleiro mostrou falta de ritmo ao não sair em cruzamento de Cajá e permitir que Gabriel, ao se antecipar ao lance, marcasse de cabeça o segundo do time local, aos 11.
A equipe de Dunga sentiu a desvantagem. Nino Paraíba e Dinei quase ampliaram. Maxi Biancucchi infernizava pelo lado direito. O Inter não retinha a bola. Abusava dos chutões. Até que uma jogada individual, aos 29, passou a equilibrar o confronto. Fred trocou passes com Rafael Moura, figura apagada até então, e, com habilidade e agilidade, driblou três defensores. Ao ter o goleiro pela frente, foi inteligente: serviu Forlán, que só completou para descontar.
Tudo mudou. D’Alessandro apareceu e passou a comandar o Inter. Forlán cresceu com o gol. Mas era Fred quem brilhava.
- Passamos 15 minutos olhando ao céu. Eles foram muito melhores – reclamou D’Alessandro no intervalo.
Reação do Inter
O segundo tempo foi de um time só. O Inter adotou a tática bem sucedida do Vitória, na etapa inicial: marcação sob pressão. Os donos da casa, sem Dinei e com Giancarlo, não conseguiram sair do campo de defesa.
As chances, de novo, não demoraram a aparecer. D’Ale, aos dois minutos, errou chute de dentro da área após rebote de Wilson. Se redimiu com um lançamento primoroso, do campo defensivo. Encontrou Fred, livre. Após ganhar na corrida de Gabriel, o meia desviou do goleiro e empatou, aos 18 minutos.
O Vitória não se encontrava, parecia cansado. Renato Cajá, figura de destaque, deixou o campo para entrada de Vander. Não adiantou. Os papéis foram invertidos. O time baiano não tinha retenção de bola e não conseguia atacar. Só aos 31, em tentativa de Neto Coruja, finalizou pela primeira vez. Kleber e D’Alessandro ainda perderam boas chances, e o jogo ficou na igualdade.
Postagem Original: Globo Esporte
No duelo luso entre equipes pouco cotadas às primeiras colocações da tabela, o time da casa levou a melhor na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O Vasco dominou sem dificuldades a Portuguesa e venceu por 1 a 0, gol de Tenorio em falha do goleiro Gledson. Os destaques em São Januário, diante de 8.229 pagantes (11.099 presentes), foram o atacante equatoriano e o meia Alisson, que chegou à Colina envolvido na negociação do zagueiro Dedé com o Cruzeiro. No lado paulista, Diogo e Souza foram os que mais incomodaram a defesa carioca, mas a equipe comandada por Édson Pimenta teve apenas 37% de posse de bola e três finalizações em todo o jogo, contra 12 do adversário.
Tenorio, que chegou ao sexto gol na temporada (mas o terceiro em jogos oficiais), ficou mais de 20 minutos em campo apenas para fazer número, já que a cãibra praticamente o impedia de se movimentar. Àquela altura, Paulo Autuori já havia feito as três substituições - duas delas, Alisson e Fellipe Bastos, pelo mesmo problema.
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Vasco estreia novo uniforme: veja fotos
Leia as atuações de Vasco e Portuguesa
- Jogar só com um centroavante na frente é difícil. Tem que dar tudo. Estava mal, mas tinha que estar ali, fazer qualquer coisa - afirmou o atacante.
O Vasco, que foi eliminado em 20 de abril do Carioca e fez dois amistosos desde então, agora enfrenta o São Paulo, quarta-feira, no Morumbi. Já a Lusa jogará somente no domingo, contra o Náutico, nos Aflitos, pela terceira rodada. A partida contra o Fluminense no Canindé, pela segunda, foi adiada para o dia 12 de junho, em função da disputa das quartas de final da Libertadores.
- Foi um jogo fraco tecnicamente, quem fizesse o primeiro ganharia o jogo - analisou Lima, zagueiro da Portuguesa.
A partida marcou a estreia também do novo uniforme cruz-maltino, já que não houve evento para o lançamento. E cada jogador trouxe às costas um texto com alguma referência à história do clube, como Camisas Negras, Expresso da Vitória e Virada do Século.
Lusa termina primeiro tempo sem finalizações
A equipe anfitriã começou a partida tentando manter a bola no campo da Portuguesa, marcando a saída do rival e evitando ligações diretas entre defesa e ataque. No meio, Alisson distribuía bem o jogo e criou lance de perigo logo nos primeiros minutos, mas Tenorio concluiu mal. A defesa, bem postada, cortava sem dificuldades todas as tentativas de contra-ataque da Lusa, que tinha Diogo, ex-Flamengo, e Souza, ex-Grêmio, como principais articuladores. Os erros de passe atrapalhavam bastante o ritmo do time de vermelho e verde.
A Portuguesa parecia aceitar passivamente o amplo domínio dos cariocas, que chegaram duas vezes com Eder Luis - escolhido como capitão por Autuori. Na primeira, recebeu ótimo lançamento de Sandro Silva e matou a oportunidade na canela. Na segunda, bateu cruzado, para fora, após passe de Tenorio. O jogo ficou morno, com a Portuguesa tentando congestionar o meio de campo e passando a marcar por pressão, e o Vasco se mostrando sem muitas opções para fugir do ferrolho. Alisson, até então o melhor em campo, ainda tentou um golaço por cobertura. Passou perto. O primeiro tempo teve sete finalizações do Vasco, que manteve a posse de bola em 58% do tempo, e nenhuma da Lusa.
Cãibras atrapalham Vasco no segundo tempo
Os times voltaram sem alterações, e o panorama da partida também não mudou. Sofrendo com erros de passe, a Portuguesa voltou a ficar acuada no seu campo de defesa. E, aos dois minutos, uma bola cruzada por Alisson foi mal cortada por Lima. Tenorio dividiu no alto com o goleiro Gledson, que falhou. O atacante equatoriano não perdoou: 1 a 0. Os cruz-maltinos pareceram relaxar com o resultado, e a Lusa passou a avançar um pouco mais. Os cruzamentos de Souza se tornaram uma ameaça.
O técnico Paulo Autuori resolveu então dar novo gás ao time, sacando Dakson - que teve atuação apagada, mas saiu aplaudido - para a entrada do atacante Edmílson. Pouco depois, Fellipe Bastos, com cãibras, deu vaga a Abuda. Funcionou. O Vasco voltou a dominar as ações, mas perdeu seu principal articulador quando Alisson, com cãibras, saiu para a entrada de Wendel.
A situação ficou mais fácil para os donos da casa aos 33 minutos, quando Diogo recebeu seu segundo cartão amarelo por falta em Wendel, em lance que pareceu ser involuntário. O Vasco não teve na prática superioridade numérica, já que Tenorio ficou em campo no sacrifício. O time passou então a dosar o ritmo e administrar o resultado.
Postagem Original: Globo Esporte
Quem esperava um grande jogo entre os campeões paulistas e cariocas nesta noite de sábado, no Pacaembu, acertou em parte. Se jogadores como Paulinho e Danilo brilharam pouco, Seedorf foi o nome da partida e comandou o Botafogo até onde os 37 anos permitiram. Com belos passes e lançamentos, contribuiu para que Rafael Marques prolongasse a boa fase, marcando seu quinto gol nos últimos cinco jogos. Fazendo um segundo tempo mais apagado, o holandês viu o Corinthians ser embalado pela torcida e acabar achando um gol que acabou sendo justo, já que o volume de jogo dos anfitriões foi bem maior na etapa final.
Jogo começa truncado mas quando 'engrena', Seedorf é quem dita o ritmo
Aos 4 minutos, uma bomba de longe - que foi na arquibancada - ilustrou a vontade e a seriedade de Seedorf, que ao receber na lateral da área sem ter opções de cruzamento, buscou fuzilar o goleiro Cássio. Mas isso era só o começo, ele ainda estava se aquecendo.
Com um início extremamente faltoso, quem sofria mais eram os velozes Lodeiro, pelo Botafogo, e Emerson, pelos donos da casa. Com 5 minutos, o Sheik teve espaço na ponta esquerda mas acabou desarmado depois de enfeitar o lance pra cima de Lucas; no contra-ataque, Paulinho poderia ter recebido o primeiro amarelo do jogo por falta em Lodeiro.
Melhor postado em campo, o Botafogo conseguia organizar melhor seus ataques, principalmente em função da boa visão e da paciência de Seedorf, que girava a bola; porém alguns erros individuais quase complicaram o alvinegro carioca. O primeiro deles foi de Antônio Carlos, que foi em câmera lenta para passe de Bolívar e viu Guerrero se antecipar, deixando com Romarinho, que só errou na hora de tocar para Danilo, entrando livre pela esquerda, aos 16 minutos. A jogada animou o Corinthians, que ensaiou uma pressão com chute de Ralf defendido por Jefferson.
Jogo começa truncado mas quando 'engrena', Seedorf é quem dita o ritmo
Aos 4 minutos, uma bomba de longe - que foi na arquibancada - ilustrou a vontade e a seriedade de Seedorf, que ao receber na lateral da área sem ter opções de cruzamento, buscou fuzilar o goleiro Cássio. Mas isso era só o começo, ele ainda estava se aquecendo.
Com um início extremamente faltoso, quem sofria mais eram os velozes Lodeiro, pelo Botafogo, e Emerson, pelos donos da casa. Com 5 minutos, o Sheik teve espaço na ponta esquerda mas acabou desarmado depois de enfeitar o lance pra cima de Lucas; no contra-ataque, Paulinho poderia ter recebido o primeiro amarelo do jogo por falta em Lodeiro.
Melhor postado em campo, o Botafogo conseguia organizar melhor seus ataques, principalmente em função da boa visão e da paciência de Seedorf, que girava a bola; porém alguns erros individuais quase complicaram o alvinegro carioca. O primeiro deles foi de Antônio Carlos, que foi em câmera lenta para passe de Bolívar e viu Guerrero se antecipar, deixando com Romarinho, que só errou na hora de tocar para Danilo, entrando livre pela esquerda, aos 16 minutos. A jogada animou o Corinthians, que ensaiou uma pressão com chute de Ralf defendido por Jefferson.
A maior rodagem na temporada do Atlético-PR, que abdicou do estadual para levar os titulares para treinos e amistosos fora do país, não foi o suficiente para vencer os reservas desentrosados do Fluminense, que poupou seu time principal para a Libertadore. Mesmo melhor em campo na noite deste domingo, no Moacyrzão, em Macaé (RJ), o Rubro-Negro viu o Tricolor fazer 2 a 1 e vencer na estreia do Campeonato Brasileiro com gols de Rafael Sobis e Samuel. Manoel descontou para uma equipe que pecou na pontaria e carimbou duas vezes o travessão.
Diante de um público de 2.386 pagantes (3.355 presentes), o Flu saiu no lucro ao estrear com o pé direito seu novo uniforme branco, aposentando oficialmente a antiga segunda camisa utilizada na conquista do Brasileirão do ano passado. O Furacão Também debutou sua roupa nova, sem o mesmo sucesso. A renda da partida foi de R$ 36.410,00.
Diante de um público de 2.386 pagantes (3.355 presentes), o Flu saiu no lucro ao estrear com o pé direito seu novo uniforme branco, aposentando oficialmente a antiga segunda camisa utilizada na conquista do Brasileirão do ano passado. O Furacão Também debutou sua roupa nova, sem o mesmo sucesso. A renda da partida foi de R$ 36.410,00.
- Um jogo disputado pelo time considerado reserva, o que dá mais ritmo para a gente. Foi bom começar o campeonato com uma vitória importante sobre uma equipe forte e veloz, como a do Atlético – comemorou o volante Diguinho.
competições nacionais, não começou bem no Brasileiro. Na saída de campo, o meia Paulo Baier observou deficiências nos arremates da equipe, mas mira dois jogos em casa para a recuperação.
- A gente precisa melhorar bastante. No segundo tempo, criamos bastante, demos sufoco, mas não fomos competentes para fazer os gols. Eles foram. Agora temos dois jogos em casa, esperamos, com o apoio do torcedor, vencer.
Com uma postura voltada para o ataque, o Grêmio venceu o Naútico por 2x0, jogando no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, devido a punição recebida no Brasilerião de 2012. Os gols foram marcados por Zé Roberto e Elano. Após desclassificação dramática do Tricolor para o Santa Fé na Libertadores, a equipe busca salvar seu ano.
Com liberdade de movimentação no ataque, Vargas teve boa atuação. Desta vez jogou tanto pela direita, posição onde costuma atuar no Grêmio como pela esquerda, local onde joga na seleção chilena. Barcos, o seu companheiro de ataque atacou e também ajudou a equipe na defesa. Foi peça chave para a criação de jogadas.
O gol saiu aos 15 minutos, em uma destas oportunidades. Barcos recebeu na entrada da área, de costas para o zagueiro, tocou para Souza, que entrava pela área. O volante, por sua vez encontrou Zé Roberto sozinho na pequena área, que só teve o trabalho de empurrar a bola para o gol.
"Iniciamos com mentalidade bem diferente do que em jogos passados", reconheceu o camisa 10 Zé Roberto, quando o primeiro tempo acabou.
Bressan e Alex Telles foram titulares nas posições dos experientes Cris e André Santos. Mas o que chamou a atenção no Grêmio foi a luta, o empenho na disputa pela bola. No segundo tempo o Naútico apertou o Grêmio, e com o espaço criado os gáuchos mataram o jogo. Aos 25 minutos, Elano marcou de cabeça após cruzamento de Souza.
Com liberdade de movimentação no ataque, Vargas teve boa atuação. Desta vez jogou tanto pela direita, posição onde costuma atuar no Grêmio como pela esquerda, local onde joga na seleção chilena. Barcos, o seu companheiro de ataque atacou e também ajudou a equipe na defesa. Foi peça chave para a criação de jogadas.
O gol saiu aos 15 minutos, em uma destas oportunidades. Barcos recebeu na entrada da área, de costas para o zagueiro, tocou para Souza, que entrava pela área. O volante, por sua vez encontrou Zé Roberto sozinho na pequena área, que só teve o trabalho de empurrar a bola para o gol.
Se não fossem as oportunidades perdidas, o placar poderia ser ainda maior. Vargas e Bressan, ambos de cabeça, perderam chances após cruzamentos. O Náutico pouco ameaçou a meta defendida por Dida.
"Iniciamos com mentalidade bem diferente do que em jogos passados", reconheceu o camisa 10 Zé Roberto, quando o primeiro tempo acabou.
Bressan e Alex Telles foram titulares nas posições dos experientes Cris e André Santos. Mas o que chamou a atenção no Grêmio foi a luta, o empenho na disputa pela bola. No segundo tempo o Naútico apertou o Grêmio, e com o espaço criado os gáuchos mataram o jogo. Aos 25 minutos, Elano marcou de cabeça após cruzamento de Souza.
O Coritiba estreou com vitória no Campeonato Brasileiro. Jogando em casa, derrotou, de virada e nos descontos, o Atlético-MG por 2 a 1. A vitória, no entanto, deixou visíveis as dificuldades do Coxa quando não conta com uma bela atuação do craque Alex. Pelo lado atleticano, ficou claro que o time está cansado por disputar duas competições ao mesmo tempo - Brasileirão e Libertadores.
Sem Ronaldinho Gaúcho, o Atlético-MG saiu na frente com Diego Tardelli, em cobrança de falta aos quatro minutos do segundo tempo. Mas a alegria mineira durou pouco e Deivid deixou tudo igual quatro minutos depois. Aos 46 minutos, Arthur decretou a vitória do mandante.
O clima era de festa. Afinal, estreia em Brasileiro é motivo de esperança para qualquer torcedor antes de a bola rolar. As arquibancadas do Couto Pereira pareciam refletir um certo desapontamento da torcida do Coxa por conta da eliminação na Copa do Brasil, no meio de semana, para o Nacional (AM).
Depois de ter sofrido uma goleada por 4 a 1 em Manaus, na volta o Coritiba venceu por 1 a 0 em um jogo com traços de drama para o torcedor. Resultado que deixou os paranaenses apenas com o Brasileiro pela frente, competição pela qual volta a campo na próxima quarta-feira, às 21h (de Brasília), contra o Bahia, no Pituaçu.
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Confira a tabela do Campeonato Brasileiro
Veja como foi o Tempo Real da partida
Já o Atlético-MG, que no próximo domingo encara o São Paulo, às 18h30 (Brasília) no Independência, pelo Brasileiro, entrou em campo com o time modificado por conta da disputa da Libertadores. Na próxima quinta-feira, o time alvinegro decide uma vaga nas semifinais da competição continental contra o Tijuana (MEX), no Independência. As principais ausências foram de Jô e Ronaldinho Gaúcho, poupados pela comissão técnica.
Mesmo assim, o Galo tinha Diego Tardelli, Bernard e Réver como principais nomes. O que nivelava por alto o duelo com o experiente Alex, ídolo do Coritiba e destaque da equipe desde o retorno ao futebol brasileiro, após longa passagem pelo futebol turco.
Mas o primeiro tempo foi frio, fazendo jus à temperatura no Alto da Glória. Raros lances de perigo, com os goleiros Vanderlei e Victor sendo espectadores privilegiados em campo. Victor chegou a fazer uma boa defesa em chute de Junior Urso, mas o futebol demonstrado pelos dois times foi bem abaixo do esperado, com diversos passes errados de ambos os times.
Melhorou...
Mas no segundo tempo as coisas esquentaram. E foi logo no início. Sem R10, coube a Diego Tardelli o papel de ser protagonista e ele não titubeou. Cobrou falta para área, em direção ao gol, e a bola passou por toda a defesa e até pelo goleiro Vanderlei, que não segurou uma bola relativamente fácil e passou a ser vaiado o restante da partida. Mas o jogo pegou fogo mesmo quando Deivid empatou de cabeça poucos minutos depois.
A partir daí o jogo ganhou emoção a cada ataque do Coritiba, que exerceu uma certa pressão sobre o cansado time atleticano. As 20 horas de vôo do México até Curitiba visivelmente fizeram a equipe de Cuca sentir o desgaste.
Nos minutos finais, Vanderlei calou as vaias com uma brilhante defesa nos pés de Luan. Victor fez uma bela defesa no chute de Bottinelli, mas não conseguiu salvar o Atlético-MG quando, aos 46 minutos, Arthur deu a vitória ao time da casa. O atacante saiu do banco para fazer o gol do Coxa, depois do cruzamento de Lincoln da esquerda. Fim de jogo e vitória do Coritiba, para a alegria dos pouco mais de 14 mil torcedores que presenciaram o duelo na fria noite curitibana.O clima era de festa. Afinal, estreia em Brasileiro é motivo de esperança para qualquer torcedor antes de a bola rolar. As arquibancadas do Couto Pereira pareciam refletir um certo desapontamento da torcida do Coxa por conta da eliminação na Copa do Brasil, no meio de semana, para o Nacional (AM).
Depois de ter sofrido uma goleada por 4 a 1 em Manaus, na volta o Coritiba venceu por 1 a 0 em um jogo com traços de drama para o torcedor. Resultado que deixou os paranaenses apenas com o Brasileiro pela frente, competição pela qual volta a campo na próxima quarta-feira, às 21h (de Brasília), contra o Bahia, no Pituaçu.
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Confira a tabela do Campeonato Brasileiro
Veja como foi o Tempo Real da partida
Já o Atlético-MG, que no próximo domingo encara o São Paulo, às 18h30 (Brasília) no Independência, pelo Brasileiro, entrou em campo com o time modificado por conta da disputa da Libertadores. Na próxima quinta-feira, o time alvinegro decide uma vaga nas semifinais da competição continental contra o Tijuana (MEX), no Independência. As principais ausências foram de Jô e Ronaldinho Gaúcho, poupados pela comissão técnica.
Mesmo assim, o Galo tinha Diego Tardelli, Bernard e Réver como principais nomes. O que nivelava por alto o duelo com o experiente Alex, ídolo do Coritiba e destaque da equipe desde o retorno ao futebol brasileiro, após longa passagem pelo futebol turco.
Mas o primeiro tempo foi frio, fazendo jus à temperatura no Alto da Glória. Raros lances de perigo, com os goleiros Vanderlei e Victor sendo espectadores privilegiados em campo. Victor chegou a fazer uma boa defesa em chute de Junior Urso, mas o futebol demonstrado pelos dois times foi bem abaixo do esperado, com diversos passes errados de ambos os times.
Melhorou...
Mas no segundo tempo as coisas esquentaram. E foi logo no início. Sem R10, coube a Diego Tardelli o papel de ser protagonista e ele não titubeou. Cobrou falta para área, em direção ao gol, e a bola passou por toda a defesa e até pelo goleiro Vanderlei, que não segurou uma bola relativamente fácil e passou a ser vaiado o restante da partida. Mas o jogo pegou fogo mesmo quando Deivid empatou de cabeça poucos minutos depois.
A partir daí o jogo ganhou emoção a cada ataque do Coritiba, que exerceu uma certa pressão sobre o cansado time atleticano. As 20 horas de vôo do México até Curitiba visivelmente fizeram a equipe de Cuca sentir o desgaste.
Nos minutos finais, Vanderlei calou as vaias com uma brilhante defesa nos pés de Luan. Victor fez uma bela defesa no chute de Bottinelli, mas não conseguiu salvar o Atlético-MG quando, aos 46 minutos, Arthur deu a vitória ao time da casa. O atacante saiu do banco para fazer o gol do Coxa, depois do cruzamento de Lincoln da esquerda. Fim de jogo e vitória do Coritiba, para a alegria dos pouco mais de 14 mil torcedores que presenciaram o duelo na fria noite curitibana.
Postagem original: Globo Esporte
O Cruzeiro precisou apenas dos 45 minutos iniciais para “encaminhar” a vitória sobre o Goiás, de retorno à Série A. O time celeste abriu 4 a 0 na etapa inicial e marcou mais um no segundo tempo, no primeiro placar elástico do Campeonato Brasileiro de 2013. Atuando no Independência, já que o Mineirão foi entregue à Fifa para ser utilizado durante a Copa das Confederações, o time celeste termina a primeira rodada como líder.
Pressionando desde o começo da partida, o Cruzeiro chegou ao primeiro gol logo aos 6. min da primeira etapa. Dagoberto cruzou bola na grande área. A defesa goiana afastou mal e Diego Souza aproveitou o rebote, abrindo o placar. O Goiás tentava reagir, mas não conseguia chegar com perigo ao gol de Fábio.
O Cruzeiro continuava melhor e, aos 21 min, teve gol anulado. Ceará cruzou da direita, Everton Ribeiro tocou a bola para o gol, mas o árbitro marcou impedimento do meia. Dez minutos depois, o Cruzeiro chegou ao segundo. Dagoberto cobrou escanteio da direita, Bruno Rodrigo subiu mais que Harlei e balançou as redes.
O terceiro gol celeste chegou aos 41 e foi ao “mesmo estilo” do anterior. Dagoberto cobrou escanteio e Nilton subiu sem marcação, cabeceando para as redes. O time celeste ainda chegou ao quarto, dois minutos depois, com Borges. Egídio avançou pela esquerda e lançou o atacante, que tocou na saída de Harlei.
No segundo tempo, o Goiás conseguiu chegar mais ao gol do goleiro Fábio. Entretanto, com pouco perigo. Mesmo com o placar dilatado, o Cruzeiro foi quem teve as melhores chances, principalmente com Dagoberto. Aos 35, mais uma vez um gol de escanteio. Lucca cobrou escanteio da direito e Nilton subiu sozinho para marcar o quinto do Cruzeiro e o segundo dele na partida.
Com a goleada, a única da primeira rodada do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro assumiu a liderança da competição, por ter melhor saldo de gols que as demais equipes que venceram na estreia da competição. Já o Goiás figura na última colocação.
Foi o primeiro dos jogos que o Cruzeiro terá de fazer fora do Mineirão, utilizada como casa da equipe na temporada. Pelo fato de o Gigante da Pampulha já ter sido entregue à Fifa para a Copa das Confederações, que começa em 15 de junho, o time celeste terá de fazer seus três primeiros jogos em outros estádios.
Os dois próximos serão realizados na Arena do Jacaré, diante de Corinthians e Internacional, nos dias 5 e 8 de junho, respectivamente. O time celeste chegou ao Brasileiro convivendo com a perda do Estadual para o rival Atlético-MG, já o Goiás vinha de conquista do Goiano.
Rubro-Negro tem melhor desempenho no jogo da primeira rodada do Brasileirão, mas placar fica em 0 a 0. Atacante da equipe paulista assina com o Barcelona nesta segunda-feira
O que poderia ser uma grande festa, com o estádio Mané Garrincha, em Brasília, cheio e a despedida de Neymar, acabou em um empate sem gols entre Santos e Flamengo, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro na tarde de domingo. O craque santista pouco apareceu durante os 90 minutos e agora vai desfilar nos gramados europeus com a camisa do Barcelona. O jogador assina com o clube nesta segunda-feira.
Os rubro-negros foram melhores e desperdiçaram diversas chances claras. Assim, as duas equipes somaram apenas um ponto neste início de Série A.
O primeiro tempo foi de muita correria, mas sem muita inspiração. O Flamengo criou as melhores chances, com Rafinha e Gabriel. Já na etapa final, os cariocas seguiram tendo as melhores chances, mas novamente não as aproveitaram para desespero da torcida, que era ampla maioria, presente no Mané Garrincha.
Na próxima rodada, o Santos vai até Volta Redonda para encarar o Botafogo, na quarta-feira. Já o Flamengo encara a Ponte Preta, em Juiz de Fora, no mesmo dia.
O jogo - O confornto começou com as duas equipes buscando o ataque. O Flamengo aproveitava melhor os espaços e chegava próximo ao gol. Os rubro-negros quase abriram o placar com 11 minutos. Após cruzamento na área, Rafinha apareceu livre e tocou, mas viu Rafael fazer grande defesa para salvar o Santos. Os paulistas tinham dificuldade de transpor a marcação adversária e Neymar pouca aparecia em campo.
O craque arriscou seu primeiro chute somente aos 17 minutos. Após tabela com Montillo, Neymar tentou colocar a bola no ângulo de Felipe, mas a viu ir por cima do travessão de Felipe. O lance acabou sendo o único dos paulistas, pois o Flamengo conseguia chegar com mais frequência ao ataque, mas esbarrava na defesa do Santos, que tirava o perigo.
Depois de um período com muita correria, mas poucas chances de gol, o Flamengo teve novamente grande chance marcar, aos 42 minutos. Hernane recebeu a bola na área, de frente para rafael. No entanto, o atacante preferiu tocar para Gabriel, mas o meio demorou muito para finalizar e acabou travado pela zaga santista. Renato Abreu ainda pegou o rebote, só que chutou por cima do travessão. Assim, o duelo foi para o intervalo com a igualdade no marcador no Mané Garrinha.
No segundo tempo, o panorama da partida seguiu o mesmo. O Santos não tinha organização no setor ofensivo e não incomodava o goleiro Felipe. O Flamengo conseguia chegar com mais facilidade ao ataque, mas também não ameaçava Rafael.
Na melhor chance dos primeiros minutos, Elias arriscou de fora da área e a bola passou a direita do gol santista. A resposta do Santos aos nove minutos. Após cruzamento, Henrique escorou para Neymar, mas o atacante foi travado no momento da finalização.
Partida melhora no segundo tempo, mas a rede não balança- O confronto melhorou e as duas equipes passaram a criar mais chances. Aos 23 minutos, Neymar cobrou falta e obrigou Felipe a voar para fazer a defesa. Já o Flamengo respondeu três minutos depois. Gabriel foi lançado na área, tocou por cima de Rafael, mas viu Durval aparecer para salvar os paulistas.
Os rubro-negros começaram a aproveitar mais os espaços e quase abriram o placar aos 32 minutos. Em contra-ataque rápido, Marcelo Moreno foi lançado e finalizou para grande defesa de Rafael, que salvou o gol com o pé. Dois minutos depois, foi a vez de Carlos Eduardo desperdiçar oportunidade. O atacante viu o goleiro santista falhar após cruzamento, mas chutou errado, para fora.
Nos minutos finais, as duas equipes ainda tentaram o gol da vitória, mas na base da vontade. Nenhuma conseguiu criar chance clara e o duelo acabou mesmo em um frustrante empate sem gols em Brasília.
Nem Ronaldinho Gaúcho, nem Kaká. O técnico Luiz Felipe Scolari divulgou nesta terça-feira a lista dos 23 jogadores convocados para defender a Seleção na Copa das Confederações e deixou os dois campeões mundiais de 2002 fora. A principal surpresa da relação é o meia-atacante Bernard, do Atlético-MG.- Se não der certo, eu tenho que estar preparado para isso. Convoquei A, B ou C pois acredito que isso é o melhor para a seleção brasileira. Acredito que, mesmo que eu levasse o jogador que o jornal quer ou que a televisão quer, iria ter pressão. O pau vai comer de qualquer jeito - disse Felipão ao ser questionado sobre a ausência de Ronaldinho
O camisa 10 tem brilhado pelo Atlético-MG, que está classificado para as quartas de final da Libertadores e ficou perto do título do Campeonato Mineiro após derrotar o Cruzeiro por 3 a 0 na primeira partida da final. Em abril, Ronaldinho foi capitão e titular da Seleção nos amistosos com Bolívia (4 a 0) e Chile (2 a 2).
Antes do empate com os chilenos, no Mineirão, o meia-atacante se apresentou com 25 minutos de atraso no hotel da delegação em Belo Horizonte, o que pode ter complicado sua situação com Felipão. Segundo a programação divulgada no site oficial da CBF, os jogadores deveriam chegar até as 19h (de Brasília), mas Ronaldinho entrou às 19h25m pela garagem.
- A apresentação é para o jantar, às 19h30m. Eu nunca cheguei atrasado na minha carreira – disse o craque do Galo na ocasião.
Coordenador da Seleção, Carlos Alberto Parreira minimizou o atraso ao ser questionado na época:
- Ninguém considerou atraso. Não demos importância para isso. Não entendemos por que deram tanto espaço para isso. Às 19h30m ele estava jantando com a equipe.
Ramires também fica fora da lista
Outra ausência marcante é o volante Ramires, do Chelsea, que deu lugar a Luiz Gustavo, do Bayern. A postura do jogador antes do amistoso com a Rússia, em Londres (onde mora), pode ter pesado na decisão de Felipão.
Em março, o volante foi cortado da partida contra a Itália, em Genebra, e teria que se apresentar em Londres para ser avaliado antes do jogo com os russos. Mas Ramires chegou ao hotel inglês com a médica dos Blues, conversou com a comissão técnica e foi cortado. Por outro lado, Lucas, do PSG, também estava machucado e fez questão de ficar concentrado com o grupo durante o período.
Os jogadores da Seleção vão se apresentar no dia 27 de maio, no Rio de Janeiro. Nos dois primeiros dias de atividades, o grupo, que vai ficar hospedado no Hotel Sheraton, em São Conrado, vai realizar exames médicos de rotina. A partir daí, Felipão iniciará as atividades na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, também na Zona Sul.
Segundo Felipão, os clubes que estão disputando a Libertadores não serão prejudicados. Fluminense, com três representantes, e Atlético-MG, com dois, já têm partidas confirmadas no dia 29, pelas quartas. Corinthians e Grêmio também terão jogo na data se passarem de fase.
- Os clubes não precisam se preocupar. Estarão jogando no dia 29 - disse o técnico.
Postagem original: Globo Esporte
Bayern München
O Bayern de Munique, como é conhecido em Portugal, é de longe o clube mais titulado da Alemanha. Com uma história quase centenária, a verdade é que os bávaros só tinham conquistado uma taça e um campeonato nos primeiros 60 anos de história. Foi a chegada de um jovem de seu nome Franz Beckenbauer que alterou para sempre a história do colosso alemão.
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Schweinsteiger in the match between Germany and Portugal during UEFA Euro 2012 | |||
| Personal information | |||
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| Full name | Bastian Schweinsteiger[1] | ||
| Date of birth | 1 August 1984 (age 28) | ||
| Place of birth | Kolbermoor, West Germany | ||
| Height | 1.83 m (6 ft 0 in)[2] | ||
| Playing position | Central midfielder | ||
| Club information | |||
| Current club | Bayern Munich | ||
| Number | 31 | ||
| Goleiros | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | |
| 1 | ||
| 22 | ||
| 24 | ||
| 32 | ||
| Defensores | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | Pos. |
| 4 | Z | |
| 5 | Z | |
| 17 | Z | |
| 28 | Z | |
| 13 | LD | |
| 21 | LD | |
| 26 | LE | |
| 27 | LE | |
| Meio-campistas | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | Pos. |
| 8 | V | |
| 30 | V | |
| 31 | V | |
| 36 | V | |
| 44 | V | |
| 7 | M | |
| 10 | M | |
| 11 | M | |
| 23 | M | |
| 39 | M | |
| Atacantes | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | |
| 9 | ||
| 14 | ||
| 20 | ||
| 25 | ||
| 33 | ||
















